Como usar Mapas Mentais para Produzir seus Webinars

Sabe quando nos pegamos desesperados ao ter que desenvolver um novo projeto, enfrentar um desafio ou resolver um problema sem ter a mínima ideia de como fazê-lo?

Então, e se eu te disser que existe uma forma de esquematizar suas ideias e organizar suas tarefas, um método que te ajudaria a automatizar o processo de planejamento e operação. Você acreditaria?

É exatamente essa a proposta de planejamento e organização que o conceito dos Mapas Mentais se propõe a resolver. Nós estamos utilizando esse modelo nas nossas atividades e tem ajudado bastante. Por isso resolvemos compartilhá-lo com você!

O que são Mapas Mentais

Mapas mentais, como bem diz o nome, são guias físicos ou virtuais que ajudam a nos localizar, a encontrar melhores caminhos e a memorizá-los de maneira mais eficiente.

Seja através de um webinar, aplicativos que ensinam novas línguas ou documentários. Através deles é possível estudar, organizar ideias, produzir textos e conteúdos com muito mais facilidade. Continue lendo

Storytelling: como usar a jornada do herói para criar seu webinar

O storytelling é uma ferramenta importantíssima para construir uma apresentação e você já sabe disso. Também já descobriu que uma narrativa é capaz de captar a atenção do público com mais facilidade e que mais de 90% dos americanos preferem consumir informações corporativas por meio de postagens criativas e envolventes. Agora só falta descobrir como aplicar essa técnica em seus webinars, não é mesmo?
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Prepare o seu webinar com Storytelling

A nossa jornada pelo Storytelling chega ao seu último capítulo. O objetivo dessa série foi apresentar e demonstrar as possibilidades da arte de contar histórias, trazendo dicas em prol de um webinar mais atrativo. A fim de reforçar tudo que foi apresentado traremos orientações básicas para facilitar a aplicação da jornada do herói. Com isso, independentemente do tema, você será capaz de transmitir conhecimentos, engajar sua audiência com naturalidade e facilitar a memorização dos seus materiais.

Caso tenha alguma dúvida confira os capítulos anteriores aqui:  12 e 3

Antes da começar sugerimos algumas abordagens possíveis:

  • Conte sua história mostrando a experiência pessoal enquanto transmite  o conteúdo. Ilustre com casos e situações e foque na veracidade.
  • Utilize exemplos de histórias ou fábulas passíveis de aproveitar uma lição ou algo equivalente.
  • Crie um personagem e o acompanhe na jornada. Por exemplo, uma estudante que gostaria de descobrir o que é storytelling enfrentando os desafios para tal.
  • Construa um diálogo entre os slides e a sua fala, humanizando a apresentação como um personagem com emoções atribuindo personalidade.

Ao usar a criatividade você encontra outras formas de envolver o público através da narrativa. Vejamos então como cada ponto da jornada pode ser utilizado, por exemplo, para montar uma apresentação de slides.

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Mundo comum: 

Questione a audiência fazendo-a refletir sobre uma situação atual, uma provocação, algo não resolvido. Este é o momento para causar impacto e conquistar a atenção. Mostrar as coisas como realmente são.

Chamado à aventura:

Defina um problema, algo a ser resolvido. Uma nova abordagem ou perspectiva para uma situação atual.  

Recusa do chamado:

Antes de entrar no assunto mostre visões contrárias, motivos que poderiam ir contra as suas defesas. Assim no decorrer da narrativa poderá desconstruir essas barreiras.

Encontro com o mentor:

Autores, teorias e materiais que irão apoiar e dar o embasamento para sua apresentação. É importante ficar bem claro sua linha de pensamento, mostrar aqueles em quem você acredita.

Travessia do primeiro limiar:

Assunto propriamente dito, encerre a introdução e vá ao foco do problema. De maneira sucinta, mostre seu objeto de desejo.

Testes, aliados, inimigos: 

Traga exemplos, demonstre as variáveis do problema, como aplicar ou usar sua solução. Um bom momento para demonstrar o que os concorrentes estão fazendo.

Aproximação da caverna:

O que precede o momento chave, quando todos os esforços irão convergir. Crie a tensão ou expectativa para um revelação ou contribuição significativa para quem lhe acompanha.  Momento em que a teoria e prática devem convergir.

Provação: 

Este é o clímax, momento de ressaltar seu objeto de desejo, aquilo que você defendeu desde o princípio. Aqui os principais argumentos devem ficar bem claros, se necessário traga uma visão geral de tudo.

Recompensa:

Reforce o valor do que você apresentou para o expectador.  

Caminho de volta:

Abra espaço para questionamentos ou preveja e responda o tipo de pergunta possível.

Como gamificação e webinars podem ajudar no processo de aprendizagem?

Toda história é uma jornada

Chegamos ao nosso terceiro capítulo. Até aqui já vimos o que é storytelling e os elementos que uma narrativa possui. Agora vamos analisar o que é a jornada do herói.

 

Na essência é como se fosse uma história que altera sua aparência, mas mantém seus acontecimentos iguais. Procure nos filmes e livros os padrões que se repetem. Até entre um romance ou um filme de ação, você consegue observar muitas similaridades.

 

Entenda que mesmo em um conto desenvolvido sem o conhecimento da estrutura, ela surge. Está intrínseca no pensamento coletivo. Parece confuso, mas ficará bem evidente à medida que você compara a jornada do herói com as histórias que você conhece.

 

Foi Joseph Campbel em seu livro “O herói de mil faces”, que analisou e constatou como as narrativas épicas e míticas nas variadas culturas eram repetições e apresentavam o mesmo modelo e sequência de acontecimentos. Posterior a ele, Christopher Vogler, roteirista de Hollywood, no seu livro “A jornada do escritor” refinou a estrutura e popularizou o percurso tornando-se um manual para a produção de filmes:

 

“Em qualquer boa história, o herói cresce e se transforma, fazendo uma jornada de um modo de ser para outro: do desespero à esperança, da fraqueza à força, da tolice à sabedoria, do amor ao ódio, e vice-versa. Essas jornadas emocionais é que agarram uma platéia e fazem com que valha a pena acompanhar uma história.” Christopher Vogler

 

Então vamos à jornada

 

A maior parte das narrativas apresenta uma divisão similar de três atos. Segundo Vogler podemos entender essa divisão como: O herói decide agir, a ação propriamente dita e as consequências da ação. Assim tempos as seguintes partes de uma história, que pode ocorrer nesta ordem ou não:

 

Mundo comum: Apresentação do universo do personagem. Antes da mudança que está por vir, assim o contraste no personagem ficará evidente.

Chamado a aventura 

Momento em que os problemas, desafios e aventuras são apresentados. Algo que balança sua zona de conforto.

 

Recusa do chamado 

O medo e hesitação de seguir frente ao chamado. Ele precisa encontrar a força para continuar e, muitas vezes, algo externo acaba pressionando a aceitação.

 

Encontro com o mentor

Aquele que fará a preparação e deixará o herói pronto para o que é desconhecido; seguindo na história com ele até determinado ponto. A partir dali o protagonista precisa ficar sozinho para mostrar o que aprendeu.

 

Travessia do primeiro limiar

A passagem para a segunda parte da história onde o herói está preparado, já lidou com seus medos e está pronto para agir. A busca pelo objeto de desejo efetivamente começa.

 

Testes, aliados, inimigos

Como o próprio nome sugere, é o momento em que podemos acompanhar a superação de testes e desafios; o encontro com aliados e inimigos que ajudarão no caminho. O protagonista começa a entender como esse mundo novo funciona.

 

Aproximação da caverna oculta

O perigo iminente, o alcance do local ou fronteira pra onde se estava indo. Todas as etapas que envolvem ficar de frente para a “morte”.

 

Provação

O confronto que deixa a plateia na expectativa. Personagens e a força hostil entram em conflito. Encare que isso pode se adequar a qualquer gênero. Em comédias românticas, por exemplo, pode ser o término temporário da relação do conflito que chegou ao ápice e afastou o casal. Ou seja, o momento em que uma grande resolução é necessária.

 

Recompensa

Superada a provação ele conquista o que foi buscar. É a celebração de um grande feito.

 

Caminho de Volta

É a perseguição do herói por causa do que ele fez, quando tudo já parecia estar ganho e resolvido. O momento de retorno para o mundo comum e as forças que dificultam.

 

Ressurreição

O último grande conflito, aquele que parecia já ter sido superado. As forças antagonistas fazendo o possível para garantir seus anseios em um último e normalmente desesperado esforço.

 

Retorno com o Elixir

A volta para o mundo comum, o momento feliz. Aqui virá o tesouro ou lição conquistada. Pode se manifestar de inúmeras formas, inclusive em ressaltar o amadurecimento do personagem.

 

Certo, mas por que preciso saber disso para fazer um webinar?

 Agora você conhece uma estrutura de história funcional, que pode lhe ajudar a construir suas apresentações. O assunto é vasto. Com um pouco de pesquisa e criatividade é possível desenvolver desde um storytelling eficiente até guiar as expectativas do público em apresentações com conteúdos progressivos. Consegue visualizar isso?

 

Aguarde o próximo capítulo para um exemplo prático da utilização de tudo o que foi visto. Até lá olhe as histórias que você conhece e tente encaixar a jornada do herói.

 

Bom caminho de volta!

Como construir uma narrativa usando o Storytelling

No capítulo anterior vimos como o Storytelling pode auxiliar a transmitir conhecimentos. Mas, para fazer isso, é preciso aprender como construir uma narrativa envolvente. Assim, compreender os princípios da construção de uma “story” irá aprimorar o seu “telling”.

 

Para iniciar, faça um exercício mental: lembre-se de uma história que lhe é especial, pense em seu início e, depois, compare com o trecho a seguir. A escolha é livre: filme, livro infantil ou até um fato.

 

“Era uma manhã comum na redação de um jornal. O protagonista começava a trabalhar normalmente, tudo parecia bem. Mas, ao abrir seu e-mail, ficou ciente de uma falha no servidor. O resultado foi a perda de muitos arquivos, incluindo o seu texto, que precisaria ser publicado dentro de três horas. O problema era que o prazo precisava ser cumprido, pois a matéria era sua primeira chance de sair na capa do jornal. O que fazer?”

 

Independentemente do que você escolheu, um evento desencadeará os acontecimentos. Nesse caso, o texto perdido devido à falha do servidor. Essas situações irão motivar e guiar os personagens a fim da resolução do conflito. Agora você é capaz de identificar esse ponto na história escolhida?

 

Procure uma situação que estará evidente, conhecida popularmente na escrita cinematográfica como o incidente incitante. Será algo capaz de mexer com as forças do protagonista na busca por seu elemento vital, o objeto de desejo, indispensável no design de uma história. O autor e roteirista Robert Mackee, em entrevista ao site Storylink, esclarece:

 

“Os elementos que definem a história, na forma mais simples possível, iniciam com um evento que deixa a vida fora de equilíbrio, o que causa a necessidade e desejo de restauração, e o objeto de desejo do personagem irá garantir de maneira consciente ou inconsciente que ele possa prosseguir contra as forças de antagonismo de todos os níveis da sua vida, que pode ou não ser alcançada.”  

 

A estrutura apresentada por Mackee auxilia na construção narrativa. Deste modo, propõe como o story design deve ser:

Incidente Incitante

Uma escolha, acidente, ou ambos que deixem a vida fora do equilíbrio. Aquilo que desperta no protagonista a vontade de resolver tudo;

Objeto de desejo

O necessário para restaurar a ordem da vida.

Perseguição

Seja o que for o objeto, o protagonista utiliza todas as forças para alcançá-lo;

Clímax

O momento crucial, quando tudo é resolvido – para melhor ou pior;

Forma progressiva

As ações devem transcorrer mantendo o interesse emocional e intelectual do público para entregar uma experiência satisfatória.

 

A condução desses elementos variam, mas estão sempre presentes. O objetivo da estrutura é facilitar a presença de três pontos de uma boa história: hook, hold e payoff.

 

Hook

Um gatilho emocional que atrai a atenção; o primeiro contato capaz de estimular a curiosidade e gerar o interesse.

Hold

Algo que mantém nossa atenção ao ler; ao assistir a um filme ou a uma apresentação. Seria o envolvimento da audiência com o protagonista, o que cria expectativa na busca do objetivo, proporcionando empatia com o público.

Payoff

A recompensa ou resolução da situação. Pode ser um fim positivo ou negativo. Em resumo o que fará a audiência aplaudir.

 

Você percebe a proximidade desses elementos com os resultados esperados de um webinar? Imagine utilizar essas estruturas como modelo ao desenvolver suas apresentações, guiando as expectativas da audiência.

Pense nas possibilidades: o que seria o seu o incidente incitante? Qual é o objeto de desejo que a audiência deve ser instigada a aguardar? Como será o clímax? Qual a melhor forma de manter a atenção de maneira progressiva considerando o hook, hold e payoff?

 


Talvez todas essas respostas estejam na jornada do herói, mas ela ainda não começou. Aguarde o próximo capitulo, o payoff valerá a pena. 😉

Storytelling – Capítulo I – Era uma vez

Já ouviu falar sobre storytelling? Ainda não? Fique tranquilo! Vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse universo em uma série de postagens, mas antes nos deixe contar uma história:

 

Era uma vez um professor que todos os dias procurava uma forma diferente de dar aulas. Uma vez resolveu usar a internet. Funcionou e ficou conhecido, mas tinha um problema, precisava achar uma plataforma digital que tivesse os recursos ideais para as suas aulas online. Foi então que finalmente ele descobriu a Eventials e resolveu seus problemas.

 

As informações acima poderiam ser transmitidas da seguinte forma:

A Eventials é uma plataforma digital que tem os recursos que todo professor precisa para dar suas aulas online.

Contudo, qual das duas situações apresenta um maior apelo com a audiência? Concorda que seria a primeira opção?

A narrativa humaniza o conteúdo e faz com que o usuário se projete no lugar do personagem, alinhando seus desejos reais através da narrativa. Essa é a função do storytelling e esse pode ser o elemento chave para atrair audiência no seu webinar.

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Ao longo dos séculos as histórias vêm motivando e inspirando, servindo como referência da transmissão do conhecimento por gerações. Assim, devemos pensar em uma maneira de contar histórias para atingir resultados. Afinal, cada pessoa idealiza o cenário dos acontecimentos a partir de sua imaginação e isso simplifica a absorção do conteúdo, permitindo que o público se lembre das informações com maior facilidade. De acordo com o livro “The Storytelling Method” de Matt Morris: “Contadores de história usam tanto a fala quanto a linguagem corporal para expressar os acontecimentos e personagens da história, muitas vezes através de movimento físico e de vocalização”.

Ou seja, através do tom, do ritmo, das palavras e dos movimentos executados, a mensagem para sua audiência será diferente, fato que deve ser aproveitado para frisar e destacar o conteúdo mais relevante.

Por isso, fique atento às reações do seu público e encontre a melhor forma de interagir. Em resumo o storytelling permitirá que você quebre o gelo dos seus webinars, aproximando o os expectadores da sua realidade, humanizando e tornando seu produto algo tangível para sua audiência. Siga a tradição e faça seus vídeos de forma criativa, aprendendo com os antigos a forma de passar o conhecimento. Técnicas para fazer isso? Bom ai já é outra história, e você não gostaria de chegar ao final tão

rápido, certo? Até a próxima. 😉

Confira mais textos sobre o assunto: | Como construir uma narrativa usando o Storytelling| Toda história é uma jornada| Prepare seu webinar com Storytelling

Como engajar colaboradores em treinamentos corporativos